• Como endereçar os gargalos na implementação das Linhas de Cuidado de Doenças Crônicas Não Transmissíveis na Atenção Primária à Saúde

    Olhar IEPS nº 2 / 01 de setembro de 2021

    A cada 4 óbitos que ocorrem no Brasil, 3 são causados por Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs). Nos municípios brasileiros, as Linhas de Cuidado para o manejo das DCNTs ainda pertencem ao mundo da ficção. Para efetivar o cuidado a estas doenças, os gestores municipais precisam reduzir gargalos de acesso à Atenção Primária, ampliar o cadastro e o acompanhamento dos portadores destas condições, além de garantir uma maior adesão aos tratamentos. Experiências locais de cidades de diferentes portes e regiões do país mostram que é possível melhorar o manejo destas doenças, tornando os sistemas de saúde mais resolutivos e fazendo os brasileiros e brasileiras viverem mais e melhor.

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  • O impacto das UPAs 24h sobre indicadores hospitalares e saúde populacional

    Olhar IEPS nº 1 / 11 de maio de 2021

    O sistema hospitalar foi positivamente impactado pela presença das UPAs, que reduziram a pressão de demanda sobre os prontos-socorros dos hospitais, melhoraram seus indicadores de mortalidade e reduziram as internações por causas sensíveis à atenção primária. Contudo, esses novos estabelecimentos não alteram significativamente a mortalidade total dos municípios. O que ocorre é sobretudo um deslocamento de óbitos dos hospitais para as UPAs. Esses resultados sugerem que há espaço para aprimoramento na integração dos diferentes níveis de atenção, através de fluxos de referência e contrarreferência mais eficientes, e no fortalecimento de uma atenção primária resolutiva.

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