Entidades pedem cerco a big techs para proteger saúde de crianças após suicídio no Discord
Lei 15.100/2025 foi sancionada em janeiro e proibiu o uso de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais, como celulares e tabletes, nas escolas públicas e privadas do país. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
Lei 15.100/2025 foi sancionada em janeiro e proibiu o uso de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais, como celulares e tabletes, nas escolas públicas e privadas do país. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
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Três entidades lançam nesta terça-feira (25), em Brasília, um documento para pressionar a próxima gestão federal a fechar o cerco contra as big techs. Elas afirmam que as empresas fazem vista grossa ao ECA Digital, e que crianças e adolescentes seguem enfrentando riscos à saúde física e mental ao navegar pelo ambiente digital.

A pressão ocorre após a morte de uma adolescente de 13 anos transmitida em uma live pelo Discord. O caso levou a ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados) a proibir a ferramenta de transmissões ao vivo da plataforma, medida em vigor desde a semana passada.

Batizado de “A gente usa, a gente decide: Guia de apoio à implementação do ECA Digital a partir da experiência do usuário jovem”, o material foi produzido pelo IEPS (Instituto de Estudos para Políticas de Saúde), pela Frente Parlamentar Mista para Promoção da Saúde Mental (FPSM) e pela Juntô Jovem – Iniciativa Brasileira de Saúde Mental de Crianças e Adolescentes.

Leia reportagem completa na Folha de S. Paulo aqui