Por Sara Ellen Tavares, Hêider Pinto e Maria Letícia Machado, em JOTA (14/09)
“O desafio, daqui em diante, é de outra ordem. Precisamos incorporar a maturidade e as capacidades que já foram construídas em saúde digital de forma estrutural e sustentável no SUS. Investir em tecnologia é necessário, mas não basta. É preciso criar as condições para que ela efetivamente transforme o cuidado. […] A saúde digital não vai, sozinha, corrigir as desigualdades do SUS, mas pode ampliar a capacidade do sistema de chegar a quem hoje espera mais tempo por atendimento. É essa a direção que a Agenda Mais SUS 2027-2030 propõe ao próximo governo.”
