E se, após o choque pandêmico, todos os países latino-americanos aumentassem fortemente os investimentos para construir sistemas de saúde robustos, abrangentes e universais? Como a COVID-19 continua causando estragos, no final de maio o Brasil ultrapassou os Estados Unidos em ter a maior taxa de mortalidade diária do mundo relacionada ao vírus.

No entanto, a experiência brasileira mostra que construir um serviço público de saúde forte em escala continental não só é possível, mas altamente eficaz para melhorar a saúde dos cidadãos, principalmente daqueles em situação de maior vulnerabilidade.

Leia na íntegra, em inglês, o artigo do fundador do IEPS, o economista Arminio Fraga, do diretor executivo do IEPS, Miguel Lago, e do diretor de pesquisa do IEPS, Rudi Rocha, no site da revista especializada em política da América Latina “America’s Quarterly”.