Como Lula pode restabelecer a saúde mental dos brasileiros no pós-pandemia?
O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva durante ato em defesa do SUS, em São Paulo, no Dia Nacional da Saúde deste ano. O evento fez parte da Conferência Livre, Democrática e Popular de Saúde, organizada pela Frente Pela Vida. Foto: Tiago Carneiro/CNS
O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva durante ato em defesa do SUS, em São Paulo, no Dia Nacional da Saúde deste ano. O evento fez parte da Conferência Livre, Democrática e Popular de Saúde, organizada pela Frente Pela Vida. Foto: Tiago Carneiro/CNS

Nos últimos dias acompanhamos as rápidas movimentações de transição do Governo Federal, já iniciando os trabalhos do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva. Este é seu terceiro mandato e, nas políticas de saúde mental, sua gestão foi marcada por avanços como a implementação da Reforma Psiquiátrica, que deu início à reorientação do modelo de tratamento para um modelo de base comunitária, estabelecendo a internação como último recurso. O novo governo encontrará uma situação bem diferente do que propôs à época, com falta de publicização e atualização de informações e baixa cobertura da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Lula e sua equipe precisarão se basear nos erros e aprendizados do passado para avançar em uma política intersetorial de saúde mental, especialmente para as pessoas mais vulneráveis.

Leia o artigo assinado por Dayana Rosa, pesquisadora do IEPS, e Bruno Ziller, coordenador de projetos no Instituto Cactus, na íntegra no blog Saúde em Público.