Rio vive ciclo de piora social e futuro mais pobre é ameaça
Avenida é parcialmente esvaziada em meio às restrições de deslocamento num esforço para impedir a disseminação do coronavirus em Madureira, bairro do Rio de Janeiro. Foto: (AP)
Avenida é parcialmente esvaziada em meio às restrições de deslocamento num esforço para impedir a disseminação do coronavirus em Madureira, bairro do Rio de Janeiro. Foto: (AP)

Com a decadência econômica e política ao longo dos anos, os desafios sociais do Rio de Janeiro tornaram-se crescentes — e as saídas, cada vez mais complexas. Expansão de favelas, piora do emprego e da desigualdade, rede pública de ensino mal avaliada e uma periferia metropolitana pobre, além do sistema de saúde que mostra fragilidades na pandemia.

O Estado do Rio tem uma das maiores mortalidades por COVID-19, de 103 óbitos por 100 mil habitantes. Parte é explicada pela maior proporção de idosos. Ele culpa também a falta de lideranças locais em saúde. “O Rio piorou na atenção básica, que vem antes do atendimento no hospital, o que dificulta o trabalho de convencimento do isolamento social. O Rio quer, por exemplo, debater abertura de estádio de futebol”, afirma Miguel Lago, diretor executivo do IEPS.

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