Risco de obesidade é 45% maior entre adolescentes que comem muito ultraprocessados
Mesmo alimentos com baixas calorias, como o refrigerante diet, podem favorecer o desenvolvimento de obesidade de formas que vão além da composição nutricional. Paul Ellis/AFP
Mesmo alimentos com baixas calorias, como o refrigerante diet, podem favorecer o desenvolvimento de obesidade de formas que vão além da composição nutricional. Paul Ellis/AFP

Com base em dados de 3.587 adolescentes de 12 a 19 anos que participaram do inquérito nacional de saúde e nutrição dos Estados Unidos, pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) calcularam o quanto o consumo de alimentos ultraprocessados impacta no risco de obesidade. Já no Vigitel, que é o inquérito nacional conduzido anualmente pelo Ministério da Saúde para monitorar fatores de risco e proteção para doenças crônicas, por exemplo, a coleta de dados é feita por telefone e somente com pessoas acima de 18 anos.

Os dados mais recentes desse levantamento, divulgados em janeiro deste ano pelo Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS), apontam que a taxa de obesidade na população adulta do Brasil passou de 11,8% em 2006 para 21,5% em 2020, ou seja, praticamente dobrou.

Leia a reportagem completa no site do jornal “Folha de S. Paulo”