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A pandemia acentuou o sedentarismo entre os brasileiros, que passaram a beber mais, se exercitar menos e consumir mais alimentos ultraprocessados. As informações são da nota técnica, “Doenças Crônicas e Seus Fatores de Risco e Proteção: Tendências Recentes no Vigitel“, publicada pelo Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS), que analisou os dados recolhidos pelo Ministério da Saúde na sua Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel): a falta de atividade física cresceu 15%; o consumo de álcool, 21%; a ingestão de ultraprocessados, 12,2%.

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