Sistema precisa de dinheiro, gestão e novas tecnologias
Arminio Fraga em evento, em Brasília. Foto: Reprodução Internet.
Arminio Fraga em evento, em Brasília. Foto: Reprodução Internet.

Sem o Sistema Único de Saúde (SUS), os resultados do Brasil no enfrentamento da pandemia teriam sido ainda piores que as mais de 150 mil mortes provocadas pela COVID-19. Mas se o SUS é uma boa política pública, que precisa de mais recursos, como elevar o financiamento à saúde em proporção do Produto Interno Bruto (PIB) em termos de ajuste fiscal?

A saída para o SUS passa por uma revisão do conjunto dos gastos públicos, reversão de alguns subsídios e pode incluir a adoção dos chamados “tributos saudáveis”, que, por incidirem sobre hábitos e alimentos que prejudicam a saúde e geram despesas para o sistema público, como bebidas, açúcar e cigarro, podem ter um duplo efeito positivo, dizem Arminio Fraga e Miguel Lago, respectivamente presidente do conselho e diretor executivo do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS)

Leia a entrevista completa ao jornal “Valor Econômico” aqui