Políticas de saúde à deriva: a importância do Vigitel em 2021, escrevem Aguillar e Freitas
Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), refenrência no tratamento da Covid-19, em Braslila, atende paciente em infermarias em espaço que antes era uma recepção, no térreo do hospital. Foto: Sérgio Lima/Poder360
Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), refenrência no tratamento da Covid-19, em Braslila, atende paciente em infermarias em espaço que antes era uma recepção, no térreo do hospital. Foto: Sérgio Lima/Poder360

Está mais do que claro que o conjunto de doenças que mais mata nossa população deveria ser uma prioridade absoluta para o governo. Mas estamos vendo o oposto: neste exato momento corremos o risco, por incompetência ou por descaso, de que a principal fonte de informação que nos auxilia no combate destas condições seja descontinuada. Estamos falando do Vigitel, o Inquérito Telefônico de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas.

Contudo, após um inexplicável atraso por parte do Ministério da Saúde na divulgação dos dados do Vigitel 2020, até o presente momento não há informações de que o governo tenha iniciado o inquérito de 2021. Pela primeira vez em 15 anos o Brasil corre o risco de não realizar a pesquisa, provocando uma grande lacuna na construção histórica dessa política. Tal vácuo ainda prejudicaria a organização dos serviços e redes de saúde para promoção da saúde e o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis.

Leia o artigo completo do diretor de políticas públicas do IEPS, Arthur Aguillar, e da Coordenadora de políticas públicas do IEPS, Rebeca Freitas, no site de notícias “Poder 360”.